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Do Eu Inferior ao Eu Superior
A centelha divina, que constitui o verdadeiro Homem Interior, espiritual,
mergulhando na matéria dos vários planos, esqueceu a sua origem e identificou-se com os
vários invólucros e deve, portanto, penosa e lentamente, aflorar,
evoluir, readquirindo a consciência de si através da várias experiências nas
sucessivas encarnações. Entretanto, o homem vive assim, ignaro da sua verdadeira
natureza, esquecido da sua origem divina por longas épocas.
O objetivo da vida é a gradual manifestação do EU
SUPERIOR, o Espírito, isto é, o despertar da consciência espiritual latente em
nós.
Sabemos que dentro de nós existe essa centelha divina, essa essência espiritual, que é
a nossa verdadeira natureza, a que chamamos Alma, Eu Superior, Si Espiritual...
Não importa o nome, sabemos que ela existe, que é a nossa verdadeira realidade, a nossa
verdadeira individualidade, recoberta por invólucros e que apenas espera se manifestar.
Conhecemos intelectualmente essa realidade, mas continuamos a viver, ou melhor, a ser
levados pela vida numa espécie de "sonolência" interior, de indiferença
espiritual, azafamados e arrastados pela assim chamada "vida", criando
problemas fúteis, sentindo-nos freqüentemente cansados e insatisfeitos, às vezes
atormentados ou desesperados, sem perceber que a única coisa importante da nossa vida, o
único escopo para o qual vivemos e estamos encarnados é o de nos tornarmos
conscientes da nossa Alma, de nos tornarmos "unos" com ela, de uma forma
consciente e voluntária, para assim manifestar a vida do Espírito no plano objetivo e
transformar-nos em seus instrumentos.
A espiritualidade, para quem aspira realmente ao despertar do Eu Superior, não deve
existir como teoria ou como um sonho poético ou, ainda, como um momento de evasão. A
espiritualidade deve tornar-se parte integrante da vida de todos os dias, deve constituir
o fundo, o substrato de todas as ações, de todos os pensamentos e sentimentos.
A união com a Alma, com o Si, é talvez a última coisa em que pensamos, cansados de
saber que ela existe em alguma parte de nós mesmos, e adiamos sempre o momento de iniciar
o trabalho de ascensão e interiorização (necessário para nos tornar conscientes da
realidade profunda), talvez porque nos sintamos demasiado indolentes para tentar qualquer
coisa nesse sentido ou, ainda, porque estejamos muito ocupados e absorvidos pelas nossas
atividades e preocupações cotidianas.
Entretanto, para poder realizar esta "repolarização" interior devemos tentar
vários estratagemas, pois não é fácil elevar a vibração depois de termos estado por
muito tempo imersos na vida objetiva, completamente extrovertidos, torrados pelo ativismo
e pelo caleidoscópio do mundo das formas, e depois de nos termos identificado com a
personalidade e a vida ilusória deste mundo.
Um dos estratagemas que nos ajudará a elevar nossas vibrações é refletir sobre a
verdadeira natureza da Alma, não de maneira exclusivamente mental e intelectual, mas
também de maneira, digamos, quase "afetiva" e "permeada de
aspiração", desenvolvendo dentro de nós um senso de amor pela Alma e um forte e
profundo desejo de realizar a sua consciência. Além disso, devemos procurar
"sentir", ainda que superficialmente, aquilo que pode ser a vida da Alma, as
suas qualidades, a sua vibração. Não é fácil chegar a isso, mas, para ajudar-nos,
podemos usar também a imaginação - e nada há de estranho e absurdo nisso -, pois
existe muita afinidade entre imaginação e intuição.
A imaginação é criativa e, como a visualização, é uma verdadeira técnica
esotérica!
É difícil saber "consistir no ser", pois no dia-a-dia vivemos
objetivamente e exteriormente, sempre em relação com "objetos"
externos, mas também com "objetos", digamos assim, "interiores",
como as nossas emoções, os nossos pensamentos. Para a Alma, todas as atividades de nossa
personalidade - dos três corpos: físico, emotivo e mental
são exteriores. Emoções e pensamentos são mais ou menos pertinentes ao Eu, mas
não são o Eu, a Alma, nós mesmos. Eles se sobrepõem ao Eu verdadeiro, ocultando-o e
impedindo as Suas atividades. De fato, emoções e pensamentos estão em continua
transformação, em perene flutuação: somente o Eu permanece imutável, tal como é;
somente o Eu, a Alma, nos dá o sentido da estabilidade, do repouso, da verdadeira
segurança, da realidade permanente. O poder de viver e de atuar subjetivamente é para
nós completamente novo.
Portanto, podemos exercitar-nos, aos poucos, e tornar-nos sensíveis a esse novo nível de
consciência, procurando observar entre as numerosas ocupações e preocupações da nossa
vida, com a maior freqüência possível, os momentos de pausa, de silêncio e de
recolhimento a fim de reencontrar o nosso centro de consciência interior e evitar a
"dispersão pela periferia" da consciência.
Se quisermos que em nós cada ato, cada experiência, cada trabalho, cada sofrimento se
transformem em Luz, em Sabedoria, e contribuam para o despertar da nossa consciência
espiritual, devemos criar em nós esse "centro de consciência separado",
devemos vibrar num nível mais alto e continuar agindo nos três mundos com o mesmo
dinamismo e esforço.
Essa é a estrada do ocultista, a estrada daquele que sabe o que quer e que, com todas as
suas forças, com todos os seus meios, constrói pouco a pouco o Caminho, a ponte que
deverá uni-lo com a sua Alma, ou melhor, torná-lo ciente de ser uma Alma.
A estrada do ocultista é, pois, uma estrada mental, consciente, determinante. Uma
dedicação da mente, do coração e da vontade num só escopo.
O ocultista não se limita a desejar, a rezar, mas estuda, pesquisa, experimenta e quer.
O místico poderia ser chamado o poeta do
espiritualismo, enquanto o ocultista poderia ser chamado o cientista do espiritualismo.
Neste caminho que reconduz à Nascente interior, estamos continuamente avançando, mesmo
que inconscientemente.
Devemos ter em mente que o objetivo da vida é um só: a manifestação do Espírito
oculto sob os invólucros da matéria com a qual se identifica. E, se esta é a meta, é
natural que tudo contribua para a sua realização.
Antes de mais nada, os grandes fatores que contribuem para esse despertar da consciência
interior vêm do exterior sob a forma de vários estímulos, sendo a dor o principal e o
mais eficaz deles.
A personalidade é movida por desejos egoístas, quer a felicidade para si, enquanto a
Alma, que tem a consciência universal, é movida pelo Amor e pelo Todo, e quer somente o bem
do Todo.
O homem, identificado com a personalidade, é consciente só do Eu único, está imerso na
ilusão da separatividade, agarrado ao mundo das formas; é escravo dos seus
instintos, desejos e ambições, e sofre por jamais poder satisfaze-los.
A dor agita, desperta, estimula, impele o ser humano ao recolhimento, ao refúgio em si
mesmo para se perguntar o porquê de tudo, induzindo-o a desprender-se dos objetos.
São necessárias várias encarnações para fazer com que o homem amadureça e se torne
"reativo" e sensível, de maneira a tirar o devido proveito da dor.
Quando começamos, ainda que de maneira vaga, a nos tornar conscientes da verdadeira
finalidade da vida, e nos propomos a colaborar com a evolução e a reencontrar o nosso Si
Espiritual, então, temos de nossa parte outros estímulos e ajudas, que vêm não mais do
exterior, mas do interior do nosso mundo subjetivo.
O Caminho, portanto, começa a ficar mais rápido, pois o nosso estado de consciência nos
ajuda não só a subir menos lentamente, mas também a saber retirar dos estímulos
externos a sabedoria necessária e os ensinamentos devidos, que podem ocorrer na forma de
provações, de dores, ou de dificuldades váriadas.
A essa altura, é natural a pergunta: o que podemos fazer depois de ter compreendido a
importância de voltar a nos reunir conscientemente com a Alma?
A primeira coisa a fazer é colocarmo-nos diante de nós mesmos com toda a sinceridade e
analisar o nosso comportamento interior relativo ao problema da união com o Si, para ver
claramente:
a) se somos presas da ilusão de nos julgarmos mais evoluídos do que somos e, portanto,
se somos presunçosos, orgulhosos, etc.;
b) se, ao contrário, nos sentimos desencorajados, deslocados, inferiorizados;
c) se nos sentimos excessivamente entusiasmados, emocionados, e se esperamos resultados
maravilhosos e rápidos.
Um fato que devemos ter sempre presente, quando nos dispomos a iniciar o trabalho, é que
para podermos obter resultados positivos torna-se necessário que sejamos objetivos e que
não tenhamos metas demasiado árduas ou em desacordo com o nosso temperamento.
Devemos procurar utilizar nossas tendências naturais, mobilizar nossas capacidades
manifestas e latentes, e não devemos tentar ser diferentes daquilo que somos, ou sufocar
a nossa natureza para sobrepor a ela uma natureza diferente e não espontânea.
Então, nós devemos utilizar as nossas tendências naturais e viver no mundo sem
abandonar a luta, sem procurar uma evasão, mas, ao mesmo tempo, sem jamais perder de
vista a meta interior e utilizar tudo para a sua realização.
Como podemos realizar isso?
Primeiramente, devemos evitar a
criação de dois compartimentos separados entre a nossa vida pessoal, social,
profissional e a nossa vida interior, espiritual, dando à primeira uma utilidade prática
e concreta, e transformando a segunda num meio para desenvolver nossas qualidades latentes
e para fazer experiências úteis à nossa formação.
Portanto, deveria existir em nós uma contínua "presença", um estado de
consciência destacado da personalidade, que nos permitisse ver tudo em função de uma
só finalidade e de uma só meta: a evolução da consciência e a realização em nós
do Divino.
Um dos maiores obstáculos no desenvolvimento do Eu Superior é o senso da personalidade, que significa "a
identificação do Conhecedor com os instrumentos do conhecimento, isto é, a
identificação da Alma com os veículos que a revestem".
O homem, por um infinito número de existências, é consciente apenas da vida da sua
personalidade. Ele não sabe que é um centro espiritual, uma centelha divina e
vive completamente imerso no mundo objetivo, ilusório. E, ainda que comece a compreender
e a crer que o seu verdadeiro Eu é algo espiritual, que possui uma consciência mais
ampla e tem uma vida imortal, não consegue se libertar deste "senso da
personalidade", porque ele só conhece a realidade intelectualmente, mas nunca provou
a verdadeira consciência anímica e não lhe foi revelada a vida nos planos
hiperfísicos.
Na realidade, este "senso da personalidade" constitui o obstáculo mais
difícil e somente será vencido, por completo, quando a Alma tiver pleno domínio sobre o
homem inferior e tiver travado uma árdua e dura batalha com diversas vicissitudes.
A personalidade, mesmo sendo ilusória e transeunte, é uma verdadeira força que se opõe
à energia espiritual, engajando uma luta em todo os planos, até que finalmente venha a
"rendição" e a Alma triunfe em toda a sua luminosa plenitude.
INTEGRAÇÃO DA PERSONALIDADE
A personalidade é o instrumento da Alma nos
planos da manifestação e é composta de três veículos ou corpos que devem ser o
perfeito reflexo dos três aspectos da Alma: Vontade, Amor e Inteligência.
Há, portanto, uma evolução também dos três corpos da personalidade; muitos são os
graus de desenvolvimento e muitas as diferenças evolutivas de indivíduo para indivíduo,
justamente por aquilo que respeita ao grau de formação dos seus corpos sutis.
Aos poucos, com a sucessão das várias encarnações, e de acordo com as várias
experiências, provações e vicissitudes da vida, o homem constrói psicologicamente os
seus vários corpos sutis, isto é, vai mudando suas qualidades latentes do estado
potencial para o estado ativo, ao mesmo tempo em que se vai conscientizando de todos os
estados psíquicos e de todos os níveis inferiores, dos emotivos aos mentais.
O que significa integração da personalidade?
Significa que os três corpos inferiores devem funcionar coordenada e harmonicamente,
colaborando entre si para um único fim, não devendo funcionar cada qual por conta
própria em direções e finalidades diversas.
Mesmo que pareça estranho, isso pode acontecer, porque, se no homem ainda não se
formaram o senso da identidade pessoal, isto é, a consciência do eu pessoal, e o senso
da direção, os três veículos não se podem coordenar e integrar, funcionando, assim,
de maneira independente, como se cada um tivesse vontade própria.
Isso acontece porque, não tendo sido ainda formada uma unidade de consciência pessoal, o
homem tem o ânimo multíplice; identifica-se ora com um veículo ora com outro, é presa
dos seus estados psíquicos em vez de ser-lhes senhor, e se sente continuamente impelido
ora numa direção ora em outra, conforme prevaleçam os impulsos instintivos (pertencentes
ao corpo etérico), as emoções (pertencentes ao corpo astral ) ou as
ideias e as formas-pensamentos (pertencentes ao corpo mental inferior).
A sua vontade é frágil e ele vai em frente, vacilando continuamente entre um objeto e
outro, sem meta definida, sem uma meta bem definida a atingir.
Somente quando começa a se formar no homem uma meta, um ideal, é que ele pode criar a
integração dos seus veículos pessoais, porque o fim único, que deseja alcançar,
focaliza e concentra todas as energias da sua personalidade em uma só direção e, assim,
os três corpos pessoais não funcionam mais por conta própria, mas se alinham e se,
coordenam sob o comando da vontade.
Sem meta, sem ideal, não pode existir uma verdadeira personalidade, portanto a
integração dos veículos pessoais e a formação de uma verdadeira personalidade só
serão possíveis se houver a presença daquele fio integrador conseqüente de um ideal,
de um propósito único a ser atingido.
A Alma somente poderá servir-se da personalidade e manifestar os seus três aspectos
através dos três veículos pessoais, quando for harmônica e eficiente, pronta e madura.
A falta de integração dos corpos inferiores obsta o afluxo das energias anímicas e
produz um estado de desarmonia, de desordem na psique do homem, certamente desfavorável
à elevação e à sublimação das energias.
É verdade que em qualquer momento excepcional pode-se ter um contato fugaz com a Alma
através de um dos veículos, desde que seja (mesmo por momentos) vibrante nos subplanos
mais elevados; mas este contato é puramente casual, esporádico e instável e não se
repete voluntariamente, devido à falta de alinhamento e integração dos veículos.
Quando, ao contrário, ocorre o contato da Alma com a personalidade já integrada, ele é
estável e duradouro e as suas conseqüências são permanentes.
Note-se que, enquanto se identifica com um dos corpos, o eu esquece totalmente os outros,
liga-se por completo a esse corpo, segue cegamente os impulsos dele e obedece às suas
exigências, acreditando estar seguindo a vontade do seu Eu.
Portanto, se considerarmos nossos três veículos separadamente, como se fossem três
unidades diferentes, não pertencentes a um mesmo indivíduo, é como se fossem três
identidades diversas, com diretrizes e finalidades diferentes umas das outras.
O indivíduo não é sempre igual a si próprio, não é coerente, não tem um única
fisionomia, mas é multíplice, caleidoscópico, faccionado.
Aquilo que deve estar bem claro à nossa mente é que pode existir entre um veículo e
outro da personalidade uma fratura, uma separação, que os impede de funcionar coordenada
e harmonicamente e cria penosas dificuldades e intensos distúrbios.
Quando o homem se torna senhor dos seus veículos e das energias que o compõem e é capaz
de servir-se delas para o seu objetivo, usando-as de maneira equilibrada e coordenada, de
modo que cooperem entre si, sem se obstarem reciprocamente ou criarem conflitos e
contrastes, terá, então, integrada a sua personalidade.
A integração da personalidade marca um momento evolutivo importantíssimo para o homem,
mesmo que esse desenvolvimento nem sempre corresponda a uma igual maturação espiritual.
Realmente, a finalidade da Alma é muito diferente da finalidade da personalidade, pois,
enquanto uma é altruísta, desinteressada, universal, a outra é egoísta, interessada,
separatista.
Tem inicio, portanto, uma longa e dura luta entre a Alma e a personalidade, porque esta
última se rebela contra a Luz da Alma, acreditando que "dar-se" a ela significa
o seu fim e a sua destruição.
A frase do Evangelho: "Têm olhos e não vêem, têm ouvidos e não ouvem" quer
significar, justamente, essa cega obstinação do homem que, por vontade própria, volta
as costas à sua Alma para não ver a luz da realidade e não escutar a voz do seu
verdadeiro Eu.
O homem deve evoluir como consciência, mas deve evoluir também "estruturalmente"
(por assim dizer), isto é, deve construir, aos poucos, as várias partes do instrumento
que deverá em seguida auxiliar a Alma nos seus fins espirituais e altruísticos de
Serviço; tal instrumento é a personalidade. Eis por que são importantes a formação e
o desenvolvimento dos três veículos da personalidade, também chamados veículos de
experiência e de expressão, bem como a integração deles em um todo único, harmônico
e eficiente, pronto para os comandos do Eu Superior.
Outro obstáculo que encontramos em nossa personalidade e que se interpõe entre nós e a
plena revelação da Alma é o estado de obscuridade, de falta de visão, de ofuscamento
da consciência, conhecido pelo nome de ilusão e que e o estado de consciência natural
da personalidade, porque ela própria é ilusória e vive no mundo do irreal.
A humanidade inteira é presa desta obscuridade, está envolvida por esse véu que ofusca
a consciência; e só quando a Luz da Alma começa a penetrar na mente dos homens e a
intuição começa a despertar é que a ilusão, em seus vários aspectos, aos poucos se
dissolve, diminui, desaparece, para dar lugar à revelação e à compreensão da
Realidade.
A ilusão deriva da identificação do homem com a forma e com o mundo objetivo;
entretanto, ela se encontra em níveis evolutivos bastante altos, pois apresenta-se sob
vários aspectos e se introduz na personalidade por vias insidiosas e obscuras. Com
freqüência, aliás quase sempre, ela está profundamente enraizada no inconsciente e é
de difícil reconhecimento.
A ilusão revela-se nos três planos da manifestação e toma nomes diferentes em cada um
deles:
Poderíamos, portanto, dizer que estamos
todos imersos em maya,
justamente pelo fato de termos um corpo físico e os sentidos e que só nos
conscientizamos dela ao entrar no Caminho da Prova, porque ela (Maya) impede cada
passo que damos para a Luz e para a libertação, nos mantém ligados ao mundo das formas
e não permite que percebamos a realidade interior.
Com a certeza interior de sermos Almas, Centelhas Divinas, procuremos discernir com todas
as nossas forças, em meio à névoa da ilusão que nos ofusca a vista, a verdadeira Luz
da realidade, o verdadeiro vulto do nosso Eu Espiritual e libertemo-nos das amarras da
personalidade.
Pensemos na Centelha Divina, reflitamos sobre ela, invoquemo-la a cada momento do nosso
dia, afirmando: "Eu não sou uma personalidade separada, egoísta, mas sou uma
centelha espiritual, uma Alma que tenta manifestar-se e realizar o seu plano a serviço
dos outros".

Gravura: Contato com o "Eu Superior"
Bibliografia utilizada para a construção desta página:
* Livro: "Do Eu Inferior ao Eu Superior", de Angela Maria La Sala Batà - Editora Pensamento.